terça-feira, 12 de agosto de 2025

Trago te em Cada Madrugada - Duarte Marçal


Mensagem – Trago-te em Cada Madrugada

Há amores que não terminam — apenas se recolhem na sombra das madrugadas.
Amores que não precisam de presença, porque já se tornaram parte da rotina do coração.
“Trago-te em Cada Madrugada” é uma canção feita desses amores: os que resistem ao tempo, ao silêncio, à distância.
Os que acordam connosco sem estarem lá.

Cada manhã é um recomeço.
E há sempre um instante, entre o último sonho e o primeiro pensamento, em que o nome dessa pessoa volta — ainda que só na memória.
A solidão da madrugada não é fria… é doce.
Porque é nela que a alma encontra espaço para recordar sem pressa, sentir sem medo, e amar em silêncio.

Neste fado, trago essa melancolia suave, esse calor escondido no frio da ausência.
Trago o rosto que já não vejo, o toque que já não sinto, mas que o coração insiste em guardar como se fosse ontem.
Trago o ritual de abrir a janela e deixar que o vento leve palavras que nunca disse, e que talvez nunca diga.
Trago-te, sim…
No gesto de preparar o café, na melodia que invento ao vestir a camisa, no reflexo da luz que toca a parede.
Trago-te em cada coisa pequena — e por isso, trago-te em tudo.

Cantar esta canção é, para mim, viver contigo sem te ter.
É manter-te vivo(a) no ritmo dos dias, na brisa que entra, na cidade que acorda, e no fado que sai da garganta ainda com sono.
Porque se há coisa que o tempo não consegue levar… é o amor que se instala no hábito, na memória e no coração de quem sente.

Por isso, se acordas com saudade,
Se cada madrugada te lembra alguém que já não está — mas nunca partiu por completo —,
Então este fado é teu também.

Com ternura e verdade,
Duarte Marçal

Trago te em Cada Madrugada - Duarte Marçal




 

segunda-feira, 11 de agosto de 2025

O Beijo Que Ficou no Vento - Duarte Marçal


Mensagem – O Beijo Que Ficou no Vento

Há gestos que não precisam de palavras.
Um olhar prolongado, um silêncio entre dois corpos, ou um beijo que nunca chegou a tocar pele — apenas o ar.
Foi nesse espaço suspenso, entre a intenção e o adeus, que nasceu esta canção.
“O Beijo Que Ficou no Vento” não é apenas um fado sobre a perda — é um tributo àquilo que quase aconteceu, ao instante que ficou no limiar do tempo e que, por isso mesmo, se tornou eterno.

Quem ama sabe: há beijos que nunca se dão… mas vivem para sempre.
O beijo que se quis, mas não se pôde.
O que ficou por dar, por orgulho, por medo, por desencontro, por destino.
Esse beijo viaja no vento, atravessa ruas, esquinas, estações do ano, e volta a nós quando menos esperamos — no cheiro de um perfume antigo, num verso ouvido ao acaso, numa rua de Lisboa banhada a pôr-do-sol.

Cantar este fado é, para mim, reviver um momento que nunca existiu… mas que está gravado na alma.
É reconhecer que há amores que não acabam: transformam-se em vento, em ausência com forma, em saudade que acaricia.
E esse beijo, esse gesto suspenso no tempo, passa por mim de novo cada vez que fecho os olhos e deixo que a música fale.

Se já amaste alguém que partiu antes de te dizer tudo… este fado é teu.
Se guardas memórias de um toque por acontecer, de uma despedida sem palavras… sabes do que falo.
Este beijo no vento pode ser de qualquer um de nós.
E enquanto houver vento… ele continua a soprar.

Com emoção,
Duarte Marçal

O Beijo Que Ficou no Vento - Duarte Marçal




 

domingo, 10 de agosto de 2025

Viela do Meu Destino Uma Jornada Poética


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No Fim da Rua da Alma - Duarte Marçal


Mensagem – No Fim da Rua da Alma

Há ruas que não se encontram nos mapas.
Ruas que existem só dentro de nós, traçadas a partir de memórias, dores, escolhas e silêncios.
É lá, onde a calçada é feita de lembranças e as janelas estão sempre fechadas, que termina a rua da alma.

Caminhar por ela não requer passos — apenas coragem.
Porque é no fim dessa rua que moram os fantasmas que evitamos, os sonhos que deixámos cair, e as palavras que não tivemos força para dizer.
É um lugar onde a solidão não pesa... apenas sussurra.
Onde o tempo não passa, mas observa.

“No Fim da Rua da Alma” nasceu dessa travessia.
Nasceu da vontade de pôr em música o que não se diz — aquilo que se sente quando a alma chega ao seu limite e, ainda assim, escolhe continuar.
Canto-a não como lamento, mas como libertação.
Porque encarar o que está no fim da alma é também o primeiro passo para regressar a casa.

Há quem veja o fado como tristeza.
Eu vejo-o como verdade.
E a verdade, mesmo quando dói, é uma luz acesa ao fundo da rua.
Aquela luz que me guia — e talvez guie também quem me ouve.

Se alguma vez sentiste que estavas à beira de ti mesmo… este fado é para ti.
Se já viveste aquele momento em que te encontras num cruzamento entre o que foste e o que te resta ser… então já pisaste o empedrado desta rua.
E saberás que, no fim dela, não há só dor — há também música.
E onde há música… há alma viva.

Com sinceridade e respeito,
Duarte Marçal

No Fim da Rua da Alma - Duarte Marçal




 

sábado, 9 de agosto de 2025

em breve 12/09/2025

 Mensagem do Álbum “Cicatrizes em Movimento” – Ricardo Veríssimo

Este álbum é mais do que um conjunto de músicas — é um diário aberto, escrito com a tinta invisível das emoções que sobrevivem ao tempo. “Cicatrizes em Movimento” nasce do encontro entre a dor e a força, entre o que nos quebra e o que nos mantém de pé. Cada faixa é uma fotografia da alma, um retrato em palavras e sons de momentos que não pediram para acontecer, mas que moldaram o que somos.

Ricardo Veríssimo mergulha fundo nos territórios mais íntimos da experiência humana: perdas que ecoam no silêncio, memórias que resistem mesmo apagadas, abraços que ficaram suspensos no tempo, sonhos que se foram mas continuam a iluminar com a lembrança daquilo que poderiam ter sido. Este não é um disco para ser apenas ouvido — é um disco para ser sentido, para se caminhar dentro dele como quem atravessa um corredor de espelhos, encontrando versões de si mesmo que talvez já tenham sido deixadas para trás.

Musicalmente, o álbum se veste de poesia e intensidade. As letras têm o peso de confissões, enquanto os arranjos variam entre a delicadeza quase sussurrada e a força de um grito libertador. É um trabalho visceral, construído com a coragem de expor feridas e, ao mesmo tempo, a ternura de quem acredita que toda cicatriz também é um mapa para o recomeço.

“Cicatrizes em Movimento” não oferece respostas fáceis — e nem pretende. Ele convida a caminhar pelo frio do “Inverno Interno”, a sentir o peso e o vazio de “O Último Abraço”, a encontrar esperança entre as ruínas, a perceber que até sonhos mortos deixam rastros de luz no “Chão de Estrelas Mortas”. E, finalmente, leva até o momento de respirar “Depois da Tempestade”, quando, mesmo com o ar pesado, sabemos que sobreviver é, por si só, um ato de arte.

Este álbum é para quem já caiu e levantou, para quem já amou e perdeu, para quem já caminhou sozinho em silêncio e, mesmo assim, continuou. É para todos que carregam suas cicatrizes não como sinais de derrota, mas como medalhas de batalhas vencidas dentro de si.

Ricardo Veríssimo não canta apenas histórias — ele canta a vida como ela é: imperfeita, dolorosa, bonita e, acima de tudo, verdadeira.

Se quiser, posso também criar um texto de divulgação pronto para redes sociais, mantendo essa força emocional mas adaptando para chamar a atenção do público. Isso deixaria a divulgação muito mais impactante. Quer que eu faça?


🎙 NOVO ÁLBUM DE RICARDO VERÍSSIMO
🌌 CICATRIZES EM MOVIMENTO
📀 Brevemente disponível nas plataformas digitais


“Cicatrizes em Movimento” é mais do que um álbum.
É um espelho da alma.
Um mergulho profundo nas marcas que carregamos, nos silêncios que gritam e na dor que, mesmo presente, nos empurra adiante.
Ricardo Veríssimo volta com um disco visceral, poético e intensamente humano, onde cada faixa é um pedaço da jornada de quem aprende a viver mesmo enquanto ainda está quebrado.

Este é um convite à escuta com o coração aberto. Um manifesto para todos que já sentiram a dor transformar-se em poesia.


🎧 Faixas do álbum:

  1. Lágrimas de Vidro – Fragmentos de dor que cortam por dentro, mas refletem a luz que ainda insiste em brilhar.

  2. O Peso do Silêncio – Quando as palavras não ditas ecoam mais alto que gritos.

  3. Cicatrizes em Movimento – A dor que anda conosco, transformada em força.

  4. Retratos Desbotados – Memórias que resistem ao tempo, mesmo que em tons apagados.

  5. O Último Abraço – A despedida que ficou suspensa no tempo.

  6. Fragmentos de Nós – O que resta quando um amor se parte.

  7. Entre Ruínas e Esperança – Caminhando entre escombros, ainda buscando recomeços.

  8. A Voz que Não Calou – O grito que precisou sair para libertar.

  9. Sombras do Meu Nome – A luta contra as versões antigas de si mesmo.

  10. Inverno Interno – Uma estação emocional que parece não ter fim.

  11. Chão de Estrelas Mortas – Sonhos apagados que ainda iluminam com sua ausência.

  12. Depois da Tempestade – O momento de respirar, mesmo com o ar ainda pesado.


🔁 Acompanhe nas redes sociais de Ricardo Veríssimo
🎧 Brevemente disponível nas plataformas
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em breve 12/09/2025

Trago te em Cada Madrugada Uma Mensagem de Amor


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EM BREVE ESTREIA 19/08/2025


Nome artístico: Tito Alegria
Idade: 28 anos (aparência jovem e animada)
Altura: 1,75m
Peso: 70kg
Cabelo: Cacheado e volumoso, cor castanho-claro
Roupas: Coloridas e confortáveis, sempre com elementos divertidos como estampas de animais, estrelas ou instrumentos musicais
Personalidade: Alegre, brincalhão, carismático e sempre animado para ensinar e interagir com as crianças
Gênero musical: Mistura de pop, reggae infantil, rap educativo, forró e MPB leve
Temas principais das músicas: Educação (números, letras, ciências, meio ambiente), valores (amizade, respeito, empatia) e cultura (histórias e folclore)
Instrumento favorito: Violão e pandeiro
Marca registrada: Sempre usa um chapéu colorido ou um acessório que combina com o tema da música
Estilo de performance: Dançante e interativo, incentivando as crianças a cantarem e se movimentarem

Mensagem sobre o trabalho de Tito Alegria – “Aprender Cantando”

O universo infantil é um mundo mágico, onde tudo é possível através da imaginação, da brincadeira e, claro, da música. Tito Alegria compreendeu isso profundamente e decidiu transformar esse encantamento em um projeto sonoro educativo e carinhoso: o álbum “Aprender Cantando”.

Este trabalho é mais do que um simples conjunto de músicas — é uma ponte entre o aprendizado e a diversão, uma ferramenta poderosa para pais, professores e cuidadores que desejam ensinar valores, conhecimentos e hábitos saudáveis de maneira leve, envolvente e eficaz. Tito Alegria combina melodias cativantes com letras cuidadosamente elaboradas para cada faixa, sempre respeitando o tempo e o entendimento das crianças.

Cada canção do álbum aborda um tema essencial no desenvolvimento infantil: desde a importância da amizade e do respeito, até conteúdos educativos como o alfabeto, os números, o ciclo da água e até mesmo a higiene bucal. Em meio ao ritmo contagiante do forró, do reggae e do pop infantil, Tito consegue transmitir mensagens profundas com leveza e alegria.

O talento de Tito Alegria vai além da música: ele é um verdadeiro educador artístico. Seu compromisso com a infância é visível em cada verso, em cada nota, em cada sorriso que suas canções despertam. Ele entende que as crianças aprendem melhor quando estão envolvidas emocionalmente — e é exatamente isso que suas músicas fazem: criam conexão, empatia e interesse genuíno pelo saber.

O álbum Aprender Cantando é, portanto, um presente para as famílias, escolas e, principalmente, para as crianças. Um convite a cantar, a brincar e a aprender com o coração aberto e a mente curiosa. Tito Alegria nos mostra que a educação pode ser poética, rítmica e cheia de cor — e que, quando cantamos juntos, o conhecimento floresce com mais força.

Parabéns, Tito Alegria, por esse trabalho tão necessário, afetuoso e inspirador. Que sua arte continue levando sorrisos, ensinamentos e melodias inesquecíveis para muitas gerações!



Álbum Infantil: Aprender Cantando
Por: Tito Alegria
Gênero: Educativo / Infantil / Variado
Total de Faixas: 12


1. Dançando com os Números
Uma música animada onde os números ganham vida e ensinam contagem brincando, com ritmo envolvente e educativo.

2. O Alfabeto Cantado
Cada letra do alfabeto tem sua própria rima e ritmo, tornando o aprendizado da leitura uma brincadeira musical.

3. Planeta Azul
Um reggae infantil que ensina sobre a importância da reciclagem, do cuidado com o meio ambiente e da preservação da Terra.

4. Amizade é Tudo!
Uma canção sobre o valor dos amigos, o respeito, o carinho e a beleza de compartilhar momentos com quem gostamos.

5. Quem Tem Medo do Escuro?
Com humor e doçura, essa música ajuda as crianças a perderem o medo da noite e descobrirem a magia do escuro.

6. De Onde Vem a Chuva?
Explicação musical sobre o ciclo da água, com uma melodia envolvente que leva os pequenos pelas nuvens e rios.

7. Vamos Comer Colorido
Uma canção divertida sobre alimentação saudável, que estimula o consumo de frutas, legumes e comidas naturais.

8. Era uma Vez um Livro
Uma história cantada de um livro falante que convida as crianças a viajarem pela imaginação e pelo mundo da leitura.

9. Bichos do Brasil
Apresenta os animais da fauna brasileira, ensinando suas características e habitats com alegria e curiosidade.

10. O Relógio do Tempo
Ensina a entender as horas, os momentos do dia e a importância da rotina com uma melodia marcante e educativa.

11. Sorriso Mágico
Uma música divertida sobre a higiene bucal e a importância de escovar os dentes todos os dias com alegria.

12. Brincar é Aprender
Um forró leve que mostra como as brincadeiras são fundamentais no processo de aprendizado e crescimento infantil.

EM BREVE ESTREIA 19/08/2025

 

Entre o Tejo e a Solidão - Duarte Marçal


Mensagem – Entre o Tejo e a Solidão

Há lugares onde o tempo não passa.
E há outros, como o Tejo, onde tudo passa… até a alma de quem ali se perde a olhar.
Foi entre estas duas margens — a do rio e a da saudade — que nasceu este fado.
Nasceu sem aviso, como tudo o que é verdadeiro.
Não o escrevi com caneta… escrevi-o com o silêncio das noites em que me sentei junto ao Tejo, sozinho, a ouvir o que ninguém diz, mas que tudo grita por dentro.

"Entre o Tejo e a Solidão" é mais do que uma canção — é um desabafo calado, um retrato de quem se senta a ver Lisboa escurecer e não tem para onde voltar.
É sobre esse intervalo entre o que fomos e o que não chegámos a ser.
Sobre o vazio que fica quando um amor parte, quando uma palavra não é dita, quando o fado é a única voz que sobra.

Canto este tema como quem se confessa.
Cada verso leva o peso de uma ausência, o eco de uma promessa quebrada, a sombra de um abraço que nunca veio.
Mas no fundo… há beleza até nisso.
Porque o fado é isso mesmo: transformar dor em arte, silêncio em partilha, solidão em companhia.

Se alguma vez te sentiste sozinho mesmo rodeado de gente, este fado é teu.
Se já olhaste o Tejo com os olhos molhados e não sabias bem porquê, este fado também é teu.
E se já te encontraste no fundo de ti e não gostaste do que viste… canta comigo.
Porque entre o Tejo e a solidão, há sempre um espaço onde cabe a música — e talvez, também, a redenção.

Com alma e verdade,
Duarte Marçal

Entre o Tejo e a Solidão - Duarte Marçal




 

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

O Beijo Que Ficou no Vento Uma Reflexão Emocional


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Lisboa Chora em Silêncio - Duarte Marçal


Mensagem de Silêncio e Fado

Lisboa não precisa de falar para ser sentida.
Às vezes, basta caminhar pelas suas ruas antigas, onde cada pedra guarda uma memória, cada beco esconde um segredo, e cada varal estendido ao vento sussurra histórias que nunca chegaram a ser contadas.
Foi nessa Lisboa, de olhos baixos e alma alta, que nasceu este fado.

"Lisboa Chora em Silêncio" não é só uma canção — é um espelho da cidade e do coração.
É o som que ecoa quando tudo o resto se cala.
É o pranto dos que amaram sem serem amados, dos que partiram sem regressar, e dos que ficaram presos ao tempo, com saudade nos olhos e esperança no peito.

Canto Lisboa não como um homem, mas como um filho que a conhece de cor.
Conheço os seus silêncios mais do que os seus gritos, as suas madrugadas frias mais do que os seus dias de sol.
E sei que, mesmo quando tudo parece adormecido, há uma alma a arder por dentro.
É esse fogo manso que trago na voz.

Se me ouvirem com atenção, talvez sintam o cheiro do Tejo ao entardecer.
Talvez vejam a sombra da Sé ao cair da noite.
Talvez ouçam uma guitarra a responder-me lá ao fundo, sem pressa, sem ruído — só com verdade.

Este fado é para quem carrega Lisboa dentro, mesmo que nunca tenha pisado a sua calçada.
Porque o fado, tal como a cidade, não se explica.
Sente-se.

Com alma e gratidão,
Duarte Marçal

Lisboa Chora em Silêncio - Duarte Marçal




 

Amely Grace Luz Que Permanece - Uma Jornada de Fé e Música

Amely Grace Luz Que Permanece - Uma Jornada de Fé e Música 🎶 Bem-vindo ao NareSound – mais do que música, um movimento. 🎶 O NareSound na...