sábado, 23 de agosto de 2025

QUEM TEM MEDO DO ESCURO - Tito Alegria


O Escuro Também Pode Ser um Amigo

Toda criança, em algum momento, já sentiu aquele friozinho na barriga quando as luzes se apagam e o silêncio toma conta do quarto. O escuro pode parecer assustador, cheio de mistérios, sombras e sons desconhecidos… mas, com amor, imaginação e música, podemos mostrar que ele é, na verdade, um convite para sonhar.

A música "Quem Tem Medo do Escuro?" é mais que uma canção: é um abraço noturno, uma lanterna feita de palavras e melodias que ilumina os corações infantis. Tito Alegria entra em cena para guiar as crianças com humor, leveza e alegria por esse universo noturno que, na verdade, guarda muitas belezas.

No céu, a lua brilha. Lá fora, as estrelas piscam como vagalumes cósmicos. Dentro do quarto, um travesseiro se transforma em nuvem, o cobertor em capa de super-herói, e cada som vira parte de uma grande história de ninar.
Através dessa música, mostramos que o escuro não precisa ser um vilão: ele pode ser o palco onde a imaginação dança livre, onde o descanso nos prepara para novos dias cheios de luz.

Pais e educadores encontrarão aqui uma ferramenta poderosa para dialogar com os pequenos, ajudando-os a nomear seus sentimentos e descobrir coragem dentro de si. Porque todo medo, quando é ouvido com amor, diminui. E toda criança que é acolhida… floresce.

"Quem Tem Medo do Escuro?" é também uma canção que convida toda a família a se reunir ao fim do dia, a desligar os ruídos do mundo e se conectar num ritual de paz e fantasia. Porque, no fundo, o escuro só quer nos ensinar uma coisa: que a luz que mais importa… é aquela que carregamos dentro do peito.

QUEM TEM MEDO DO ESCURO - Tito Alegria




 

sexta-feira, 22 de agosto de 2025

AMIZADE É TUDO! - Tito Alegria


Amizade é a Primeira Grande Escola da Vida

Antes mesmo de aprendermos a ler ou escrever, aprendemos a nos conectar com o outro. E é nesse encontro com o outro — nos jogos, nas risadas, nas primeiras briguinhas e reconciliações — que nasce algo essencial: a amizade.

A música "Amizade é Tudo!" é uma celebração desse laço invisível e poderoso que une as crianças em torno do que é mais bonito: o afeto, a lealdade e o respeito. Tito Alegria canta, com alegria contagiante, aquilo que todo coração infantil já sabe, mas que precisa ser reforçado todos os dias: ninguém cresce sozinho.

Através de versos simples e rítmicos, a música ensina que amigos verdadeiros ajudam, perdoam, escutam e estão sempre por perto quando a vida precisa de cor. Em tempos onde a empatia precisa ser cultivada desde cedo, essa canção se transforma em uma ferramenta preciosa de educação emocional.

Com um refrão que convida ao abraço, à gentileza e à inclusão, a música também é um lembrete para todos os adultos: o modo como ensinamos nossas crianças a tratar os outros molda o mundo que queremos construir. E ensinar isso com música é garantir que essa lição seja lembrada com alegria — e cantada com o coração.

Na escola, no parque, em casa ou em qualquer lugar, "Amizade é Tudo!" pode ser o hino de uma nova geração que sabe dividir o brinquedo, ouvir com atenção e estender a mão. Uma geração que aprende desde pequena que, mesmo sendo diferentes, podemos andar lado a lado — e que o amor começa com pequenos gestos.

Vamos cantar juntos. Vamos ensinar que amizade é mais que uma palavra: é uma escolha diária.
Porque, no fim das contas, a verdadeira riqueza que carregamos… são os amigos que fazemos pelo caminho.

AMIZADE É TUDO! - Tito Alegria




 

quinta-feira, 21 de agosto de 2025

PLANETA AZUL -Tito Alegria


Cuidar do Planeta é Amar o Futuro

Vivemos em um planeta mágico, colorido e cheio de vida — um planeta que chamamos com carinho de Planeta Azul. Essa música nasceu como um convite para as crianças entrarem em sintonia com a natureza desde cedo, aprendendo de forma alegre e leve o que é cuidar, respeitar e proteger o lugar onde todos nós vivemos.

"Planeta Azul", interpretada por Tito Alegria, é mais do que uma canção. É uma ferramenta pedagógica que mistura música, emoção e consciência ambiental. Ela ensina que reciclar não é só jogar o lixo no lugar certo, mas também entender que cada atitude conta, que o mundo ao nosso redor responde às escolhas que fazemos todos os dias.

No ritmo contagiante do reggae infantil, essa música embala os pequenos numa jornada de responsabilidade ecológica com palavras simples, mas cheias de poder. O papel da criança nesse processo é valorizado: ela se sente parte da solução, e não apenas alguém que recebe ordens. Cantar se torna um ato de amor à natureza, uma forma de se conectar com árvores, rios, animais e até com o céu.

A letra fala de separar os materiais, proteger os rios, plantar árvores, reduzir a poluição e agir com consciência. Mas o mais bonito é que tudo isso é feito com carinho e com a leveza que só a infância permite. Ao invés de assustar, a música inspira. Ao invés de culpar, ela convida para a ação conjunta.

E por trás de cada verso, existe um lembrete silencioso para os adultos: as crianças aprendem com o que ouvem, com o que cantam e, principalmente, com o que vivem. Por isso, essa música é também um chamado à família, à escola, à comunidade — para que cada um seja um exemplo vivo de cuidado com o nosso lar comum.

Com "Planeta Azul", as crianças não só aprendem a reciclar — elas aprendem a amar o mundo. E esse é o primeiro passo para transformá-lo.

Porque, no fim das contas, preservar o meio ambiente é garantir que o futuro cante em harmonia. E que essa canção ecoe por gerações, com alegria, esperança e compromisso.

PLANETA AZUL  -Tito Alegria




 

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

O ALFABETO CANTADO - Tito Alegria


Descobrindo o Mundo Letra por Letra com Tito Alegria

Em cada letra do alfabeto existe um universo inteiro esperando para ser descoberto. Com a música "O Alfabeto Cantado", queremos mais do que ensinar as letras — queremos acender nas crianças a faísca da curiosidade, da imaginação e da alegria em aprender.

Essa canção transforma o A-B-C em uma jornada divertida e cheia de rimas que facilitam a memorização. Cada letra vem acompanhada de uma imagem sonora, de um personagem ou de uma cena que desperta o riso e a atenção dos pequenos ouvintes. O aprendizado acontece de forma natural, como parte da brincadeira.

Através de versos criativos e melodias cativantes, Tito Alegria guia as crianças por uma trilha sonora educativa onde o aprender não é uma obrigação, mas sim um prazer. A música estimula o desenvolvimento da linguagem, a consciência fonológica e a associação entre som e significado — habilidades fundamentais para o processo de alfabetização.

Mas essa música é mais do que conteúdo escolar: é acolhimento. É uma ponte entre pais e filhos, professores e alunos, música e educação. É uma ferramenta poderosa para ser usada em casa, nas salas de aula, nas creches, nos momentos de lazer — em todo lugar onde houver espaço para a infância florescer.

O personagem Tito Alegria foi pensado para ser um amigo das crianças. Um guia musical que fala a língua delas, que brinca junto, que sorri e ensina sem pressa. Ele está aqui para mostrar que cada letra é um passo rumo ao conhecimento, e que aprender o alfabeto pode (e deve) ser uma experiência inesquecível.

De A a Z, queremos levar aprendizado com amor, ritmo com conteúdo e, acima de tudo, alegria. Que cada criança cante, brinque, se encante e leve com ela o que há de mais bonito: o desejo de aprender mais e mais.

Porque com Tito Alegria, aprender cantando é muito melhor!

O ALFABETO CANTADO -  Tito Alegria




 

terça-feira, 19 de agosto de 2025

DANÇANDO COM OS NÚMEROS - Tito Alegria


"Aprender Cantando" – A Música como Ponte para o Conhecimento

A música tem um poder incrível: ela ensina, emociona e conecta. Quando criamos algo para as crianças, estamos moldando memórias, despertando curiosidade e tornando o aprendizado uma experiência mágica. Com o álbum "Aprender Cantando", damos vida a um projeto que mistura diversão e conhecimento, ajudando os pequenos a descobrirem o mundo de forma lúdica e envolvente.

Cada canção foi pensada para estimular a imaginação e o desenvolvimento, trazendo letras cativantes que ensinam conceitos importantes de maneira acessível e empolgante. Desde a contagem dos números até valores como amizade e respeito, cada nota e cada verso carregam uma mensagem positiva que as crianças levarão para a vida.

O personagem Tito Alegria chega para guiar essa jornada musical, trazendo energia, entusiasmo e uma presença carismática que faz com que os pequenos se sintam parte dessa grande brincadeira educativa. Com um estilo vibrante que mistura pop, reggae infantil, rap educativo, forró e MPB leve, criamos um som único, envolvente e inesquecível.

Nosso objetivo é fazer com que as crianças cantem, dancem e aprendam, porque acreditamos que o conhecimento ganha mais força quando vem acompanhado de sorrisos e movimento. A música não ensina apenas palavras e números, ela ensina a sentir, a se expressar, a compartilhar e a crescer.

Convido todos a embarcarem nesta aventura musical! Que cada canção do "Aprender Cantando" seja um passo a mais no caminho do aprendizado e da felicidade. Vamos juntos espalhar alegria, conhecimento e muita música!

DANÇANDO COM OS NÚMEROS - Tito Alegria




 

segunda-feira, 18 de agosto de 2025

Canta me Como Era Dantes - Duarte Marçal


Mensagem – Canta-me Como Era Dantes

Há canções que não se cantam só com a voz — cantam-se com a alma. “Canta-me Como Era Dantes” é um desses fados. Uma súplica doce e melancólica por aquilo que já foi e que, de certa forma, ainda vive dentro de nós. Porque o tempo passa, mas há coisas que o tempo não leva: o som de um nome dito ao ouvido, o cheiro de um abraço antigo, o sabor das palavras que nunca se disseram… e sobretudo, o silêncio que ficou depois da ausência.

Nesta canção, Duarte Marçal entrega-se inteiro, como quem oferece o coração em cada verso. A sua voz grave e ferida embala o ouvinte num mar de lembranças, onde cada palavra é uma âncora e cada melodia, uma vela soprada pela saudade. É como se cantasse não apenas para alguém que partiu, mas para uma época, uma versão de si próprio, um amor que ficou suspenso num tempo que já não volta — mas que insiste em viver através da música.

“Canta-me Como Era Dantes” é mais do que uma simples evocação do passado. É um pedido urgente de reencontro. Com o outro, mas também com o que éramos antes da dor, antes das mudanças, antes da vida nos ensinar que nem tudo se repete. É o desejo de ouvir de novo aquilo que nos fazia acreditar, sentir, sonhar. Como se cada nota pudesse reconstruir o que se perdeu — mesmo que só por instantes.

Há quem diga que o fado é tristeza cantada. Mas nesta canção, o fado é também esperança. Porque ao pedir “canta-me como era dantes”, pedimos também que alguém nos lembre quem éramos quando ainda sabíamos ser felizes. Quando ainda sabíamos amar sem medo, sorrir sem cicatrizes, viver sem peso. E é nesse gesto de escuta — nessa entrega à memória — que reencontramos uma paz rara e profunda.

Talvez nunca se volte a viver o que foi. Mas enquanto alguém puder cantar com verdade, enquanto a guitarra portuguesa ecoar nas esquinas da alma, enquanto houver quem se emocione ao lembrar... o passado continua vivo. E a música, como esta, transforma a dor em beleza.

Se hoje precisas de reencontrar um pedaço de ti, ou de alguém que já não está... ouve esta canção. Fecha os olhos. E deixa que Duarte Marçal te cante — como era dantes.

Canta me Como Era Dantes - Duarte Marçal




 

domingo, 17 de agosto de 2025

Maré Alta de Lembranças - Duarte Marçal


Mensagem – Maré Alta de Lembranças

Há memórias que não se perdem. Ficam como sal na pele, como vento no rosto. São marés que regressam sempre, mesmo quando julgamos que já partiram. "Maré Alta de Lembranças" é o retrato lírico desse regresso inevitável — o momento em que o coração, por mais que tente resistir, se rende à força das ondas do passado.

Há dias em que basta um cheiro, uma palavra, ou até o som do mar, para que tudo volte. O olhar dela, o riso que se perdeu entre promessas por cumprir, a forma como o tempo parecia parar quando os dois se encontravam. E de repente, como se o universo conspirasse em silêncio, surge a maré. Não uma maré comum, mas uma maré feita de lembranças, de amor não esquecido, de mágoas que continuam a doer, mesmo cobertas pelo tempo.

Duarte Marçal dá voz a este naufrágio interior com a intensidade de quem sabe que há saudades que não se afogam. A sua voz grave, rouca e sentida, mergulha fundo nesse oceano de emoções, navegando entre versos como quem tenta chegar a terra firme e acaba sempre de novo ao largo. Porque amar é, às vezes, um eterno ir e voltar. E lembrar... é um fado que não se cala.

"Maré Alta de Lembranças" é, por isso, mais do que uma canção. É um abraço à memória. Uma rendição bonita àquilo que fomos e que, por mais que tentemos negar, ainda somos. É o som de quem vive com o peito aberto à saudade, sem medo de ser levado pela corrente.

Se alguma vez te sentiste à deriva nas águas da tua própria história, esta música é para ti. Não temas a maré — deixa que ela te traga o que esqueceste... ou o que nunca foste capaz de deixar.

Maré Alta de Lembranças - Duarte Marçal




 

sábado, 16 de agosto de 2025

Na sombra da Sé velha - Duarte Marçal


Mensagem – Na Sombra da Sé Velha

Há lugares que não são apenas feitos de pedra e cal. São feitos de história, de silêncio e de memórias que respiram. A Sé Velha não é apenas uma catedral — é uma testemunha. Das alegrias que ali se celebraram, das despedidas que ecoaram entre os seus muros, dos fados murmurados ao entardecer por quem já não tinha forças para gritar.

Na sombra da Sé Velha, o tempo abranda. É ali que as almas cansadas se sentam, não para fugir da luz, mas para se refugiar do ruído do mundo. É nesse abrigo antigo que se ouve o coração falar mais alto. Cada pedra guarda confissões que só os olhos atentos conseguem decifrar. Cada vitral, iluminado pelo sol da manhã, conta uma história que nunca foi escrita.

Nesta canção, o passado e o presente fundem-se. O fado nasce da boca de quem carrega perdas que não se dizem, de quem procura paz onde só há lembrança. A voz de Duarte Marçal atravessa o tempo com respeito, com dor contida e verdade. Ele canta com a certeza de quem sabe que há ausências que se tornam eternas presenças. Que há lugares onde deixámos pedaços de nós — e que, de algum modo, ainda lá estamos.

“Na Sombra da Sé Velha” é mais do que música. É um reencontro. Com quem fomos, com quem perdemos, com o que ainda guardamos. É um abraço feito de notas, um olhar lançado ao céu, um gesto que pede ao fado para não deixar morrer aquilo que o tempo não conseguiu apagar.

Se te sentires perdido, senta-te à sombra da Sé. Escuta o silêncio. Pode ser que ouças o eco do teu próprio fado.

Na sombra da Sé velha - Duarte Marçal




 

sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Eco de Um Amor Antigo - Duarte Marçal


Mensagem – Eco de Um Amor Antigo

Há amores que se escrevem devagar,
Com letras invisíveis que só o coração reconhece.
São feitos de olhares que duraram segundos,
Mas deixaram marcas que resistem a toda uma vida.
“Eco de Um Amor Antigo” fala precisamente disso:
De uma presença ausente que, mesmo distante, ainda se sente perto.
De alguém que partiu — não por mágoa, nem por erro —
mas porque a vida quis assim.

É um amor que o tempo não apagou.
Que nenhuma distância conseguiu desfazer.
É aquele nome que surge, inesperadamente,
no silêncio das madrugadas ou no cheiro da chuva que cai.
Um amor que já não se toca, mas que ainda se ouve…
nos ecos que o fado sabe traduzir melhor do que qualquer explicação.

Este fado não chora um fim.
Canta uma eternidade secreta.
É a certeza de que o amor verdadeiro não precisa estar presente para existir.
Ele persiste na memória, nos lugares por onde andaram juntos,
nos sons que partilharam, nas ruas que agora parecem vazias.

Duarte Marçal dá voz a esta saudade com a gravidade que só um homem marcado sabe carregar.
A sua interpretação não é grito nem desespero.
É aceitação.
É o sussurro de quem entendeu que certas pessoas não voltam,
mas nunca nos deixam verdadeiramente.

Neste fado, cada palavra é uma pétala caída,
cada acorde é o reflexo de um amor que nunca morreu.
E quem escuta reconhece-se.
Porque todos, um dia, tivemos um amor antigo
que ainda ecoa dentro de nós… mesmo que em silêncio.

Eco de Um Amor Antigo - Duarte Marçal




 

quinta-feira, 14 de agosto de 2025

Fado de Quem Não Volta - Duarte Marçal


Mensagem – Fado de Quem Não Volta

Há silêncios que gritam mais alto do que mil vozes.
Há ausências que se sentam à mesa connosco, noite após noite, como se nunca tivessem partido.
“Fado de Quem Não Volta” não é apenas uma canção — é uma oração sussurrada ao vento, dirigida àqueles que amámos e que, por força do destino, deixaram de estar.

Não se trata apenas da morte, mas da partida em todas as suas formas:
O amigo que se afastou, o amor que se perdeu, o pai que já não volta, a mulher que se foi sem dizer porquê.
Cada ausência deixa um espaço vazio no peito — um espaço que não se vê, mas que pesa.
E é aí, nesse vazio, que nasce este fado.

A guitarra portuguesa chora, a voz embarga-se.
O que se canta é o que não se consegue dizer em conversa, o que fica atravessado na garganta.
É um “volta” que nunca chegou a ser dito.
É um “adeus” que doeu demais para ser pronunciado.

O fado tem esta verdade crua: aceita a dor sem a negar.
Dá-lhe nome.
Dá-lhe melodia.
E permite que quem ouve se reconheça no canto, se reveja no pranto, se liberte pela partilha.

Duarte Marçal, com a sua voz rouca e grave, canta não só para quem partiu, mas para quem ficou a lidar com o silêncio que se seguiu.
Com a sua guitarra ao lado e o Tejo por testemunha, transforma a saudade num ato de amor.
Num ritual que não traz de volta quem partiu, mas que honra a sua memória com dignidade e emoção.

“Fado de Quem Não Volta” é uma carta aberta a todos os ausentes.
Um tributo a quem não está, mas nunca deixou de ser.
E sobretudo, uma promessa: enquanto houver fado, nunca estaremos verdadeiramente sós.

Fado de Quem Não Volta - Duarte Marçal




 

quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Viela do Meu Destino - Duarte Marçal


Mensagem – Viela do Meu Destino

Há caminhos que não se desenham em mapas — apenas se reconhecem no peito.
São vielas interiores, por onde os nossos passos seguem sem que os pés toquem o chão.
“Viela do Meu Destino” nasce dessa travessia íntima, onde cada pedra conta uma memória, e cada sombra murmura um segredo.

Lisboa tem dessas esquinas que parecem paradas no tempo, onde a alma se encosta às paredes gastas como quem procura abrigo.
E há ruas que ninguém percorre — a não ser quem carrega no coração um fado antigo, uma dor que não passa, uma esperança que insiste.
A viela do meu destino não é larga nem iluminada.
É estreita, silenciosa, e feita das escolhas que me trouxeram até aqui.
Não tem nome, mas tem história.
Não tem saída, mas tem rumo.

Cantar esta canção é percorrer essa viela todos os dias, sem pressa.
É aceitar que o destino não se impõe de repente — ele sussurra, desvia, ensina…
E às vezes, é no beco sem saída que encontramos a chave da alma.
Há becos que não se devem evitar — são eles que guardam quem somos de verdade.

O fado não é só dor. É também aceitação.
É a voz que ecoa na viela quando o mundo lá fora nos esquece.
É a companhia da guitarra portuguesa quando já ninguém nos ouve.
É a luz fraca de um candeeiro antigo que insiste em acender-se, mesmo sem promessa de amanhecer.

Duarte Marçal caminha por essa viela com a dignidade de quem já caiu, já esperou, já acreditou.
E continua — sempre — a cantar.
Porque o destino, por mais escuro que pareça, nunca deixa de ser nosso.

Se te revês nessa rua estreita, nessa memória que não se apaga,
Se também levas o coração como bússola,
Então este fado foi escrito para ti.

Com verdade e respeito,
Duarte Marçal

Viela do Meu Destino - Duarte Marçal




 

Amely Grace Luz Que Permanece - Uma Jornada de Fé e Música

Amely Grace Luz Que Permanece - Uma Jornada de Fé e Música 🎶 Bem-vindo ao NareSound – mais do que música, um movimento. 🎶 O NareSound na...